Médico alerta para riscos de doenças causadas pelas enchentes

Com o período de chuva e, consequentemente, as enchentes que tomaram conta dos municípios nos últimos dias, a população precisa ficar atenta aos riscos de doenças que esses alagamentos podem causar. O médico Vitor Moraes, clínico-geral que atua no Santa Casa Especialidades, explica que a principal delas é a leptospirose, provocada pela urina do rato.

Segundo o especialista, os principais sintomas são febre, mal-estar e dor muscular, principalmente na região da panturrilha. “Esses são os sintomas mais leves, que podem evoluir para um quadro mais grave e podem até fazer com que seja necessário o tratamento com hemodiálise”, alertou.

Moraes lembrou ainda que existem outros tipos de doenças que podem surgir durante as enchentes em pessoas que tiveram contato com a água das chuvas.

Entre elas, a hepatite, que tem sintomas parecidos com a leptospirose, mas se diferencia por apresentar uma coloração amarelada na região dos olhos, conhecida como icterícia. Pode ainda causar problemas no fígado e ocorre principalmente em pacientes que têm contato oral com a água da enchente.

Além dessas enfermidades, o médico alerta também para o aumento de casos de gastroenterite nesse período, causada tanto por vírus quanto por bactérias. “Os sintomas são diarreia, febre e mal-estar. Se for necessário entrar nesses locais alagados, as pessoas devem usar botas ou roupas que evitem o contato direto com a água.”

A recomendação principal é lavar as mãos, os alimentos e sempre ingerir água potável. Caso isso não seja possível, o médico aconselha que a água seja fervida antes de ser consumida, caso não exista filtro nas residências. “São cuidados que podem ser feitos para evitar essas principais infecções”, orientou Moraes.

Confira mais Notícias

Anvisa eleva índice de segurança do paciente na Santa Casa Cachoeiro

Ortopedia da Santa Casa alcança marca histórica e reduz tempo de espera por cirurgias

Santa Casa Cachoeiro passa oferecer serviço exclusivo para cirurgia bariátrica

Assembleia aprova relatório de contas e atividades da Santa Casa

Santa Casa orienta colaboradores sobre consumo consciente de energia

Santa Casa participa de projeto nacional para qualificar atendimento na emergência

Santa Casa forma novos especialistas em Clínica Médica e Cirurgia Geral

Santa Casa faz primeira captação de órgãos do ano

Com o período de chuva e, consequentemente, as enchentes que tomaram conta dos municípios nos últimos dias, a população precisa ficar atenta aos riscos de doenças que esses alagamentos podem causar. O médico Vitor Moraes, clínico-geral que atua no Santa Casa Especialidades, explica que a principal delas é a leptospirose, provocada pela urina do rato.

Segundo o especialista, os principais sintomas são febre, mal-estar e dor muscular, principalmente na região da panturrilha. “Esses são os sintomas mais leves, que podem evoluir para um quadro mais grave e podem até fazer com que seja necessário o tratamento com hemodiálise”, alertou.

Moraes lembrou ainda que existem outros tipos de doenças que podem surgir durante as enchentes em pessoas que tiveram contato com a água das chuvas.

Entre elas, a hepatite, que tem sintomas parecidos com a leptospirose, mas se diferencia por apresentar uma coloração amarelada na região dos olhos, conhecida como icterícia. Pode ainda causar problemas no fígado e ocorre principalmente em pacientes que têm contato oral com a água da enchente.

Além dessas enfermidades, o médico alerta também para o aumento de casos de gastroenterite nesse período, causada tanto por vírus quanto por bactérias. “Os sintomas são diarreia, febre e mal-estar. Se for necessário entrar nesses locais alagados, as pessoas devem usar botas ou roupas que evitem o contato direto com a água.”

A recomendação principal é lavar as mãos, os alimentos e sempre ingerir água potável. Caso isso não seja possível, o médico aconselha que a água seja fervida antes de ser consumida, caso não exista filtro nas residências. “São cuidados que podem ser feitos para evitar essas principais infecções”, orientou Moraes.