Ortopedia da Santa Casa alcança marca histórica e reduz tempo de espera por cirurgias

A ampliação e a qualificação dos atendimentos ortopédicos na Santa Casa de Misericórdia Cachoeiro têm transformado a realidade de pacientes da região Sul do Espírito Santo.

Nos últimos dois anos, o hospital realizou 1.664 cirurgias ortopédicas eletivas, fora as de urgência e emergência, incluindo procedimentos de alta complexidade que antes precisavam ser encaminhados para Vitória.

Entre os destaques estão as cirurgias de reconstrução óssea, consideradas altamente especializadas e responsáveis por evitar amputações e sequelas graves em pacientes com perda óssea extensa.

De acordo com o coordenador do setor de ortopedia da instituição, o médico Guilherme de Freitas, cerca de 100 procedimentos de reconstrução óssea foram realizados no período. Segundo ele, muitos pacientes chegavam ao hospital com indicação de amputação devido à gravidade das lesões, mas passaram a ter uma alternativa de tratamento no próprio Sul do Estado.

“Hoje conseguimos reconstruir ossos e evitar que pessoas precisem amputar membros. É um serviço muito específico, de alta complexidade, e poucos hospitais conseguem atingir esse volume de procedimentos”, destacou.

Além das reconstruções ósseas, a Santa Casa intensificou a realização de artroplastias, principalmente de joelho e quadril, reduzindo drasticamente a fila de espera por próteses. Mais de 500 cirurgias desse tipo foram realizadas, o que praticamente eliminou a demanda judicial relacionada à espera pelos procedimentos. Antes, pacientes chegavam a aguardar mais de seis anos por uma cirurgia ortopédica.

“Existiam filas de até três anos para alguns procedimentos. Hoje essa realidade mudou e conseguimos dar uma resposta muito mais rápida para a população”, afirmou o coordenador.

O avanço da ortopedia também reflete nos indicadores de qualidade assistencial. Segundo o médico, o setor registrou índice zero de infecção no último mês, resultado considerado altamente positivo diante do volume de cirurgias realizadas. Somando procedimentos de média e alta complexidade, a Santa Casa realizou aproximadamente 5 mil cirurgias ortopédicas em dois anos, incluindo cirurgias de mão, alongamentos ósseos, próteses e procedimentos especializados de alta complexidade.

Referência para os hospitais da região Sul capixaba, a Santa Casa realiza cerca de 400 cirurgias por mês e mantém disponibilidade de leitos, mesmo com o aumento expressivo da demanda. “Essa é a função do hospital: ser referência regional e fazer o que o Estado precisa. Hoje conseguimos atender pacientes que antes precisavam ser transferidos para a Capital”, ressaltou Guilherme.

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A ampliação e a qualificação dos atendimentos ortopédicos na Santa Casa de Misericórdia Cachoeiro têm transformado a realidade de pacientes da região Sul do Espírito Santo.

Nos últimos dois anos, o hospital realizou 1.664 cirurgias ortopédicas eletivas, fora as de urgência e emergência, incluindo procedimentos de alta complexidade que antes precisavam ser encaminhados para Vitória.

Entre os destaques estão as cirurgias de reconstrução óssea, consideradas altamente especializadas e responsáveis por evitar amputações e sequelas graves em pacientes com perda óssea extensa.

De acordo com o coordenador do setor de ortopedia da instituição, o médico Guilherme de Freitas, cerca de 100 procedimentos de reconstrução óssea foram realizados no período. Segundo ele, muitos pacientes chegavam ao hospital com indicação de amputação devido à gravidade das lesões, mas passaram a ter uma alternativa de tratamento no próprio Sul do Estado.

“Hoje conseguimos reconstruir ossos e evitar que pessoas precisem amputar membros. É um serviço muito específico, de alta complexidade, e poucos hospitais conseguem atingir esse volume de procedimentos”, destacou.

Além das reconstruções ósseas, a Santa Casa intensificou a realização de artroplastias, principalmente de joelho e quadril, reduzindo drasticamente a fila de espera por próteses. Mais de 500 cirurgias desse tipo foram realizadas, o que praticamente eliminou a demanda judicial relacionada à espera pelos procedimentos. Antes, pacientes chegavam a aguardar mais de seis anos por uma cirurgia ortopédica.

“Existiam filas de até três anos para alguns procedimentos. Hoje essa realidade mudou e conseguimos dar uma resposta muito mais rápida para a população”, afirmou o coordenador.

O avanço da ortopedia também reflete nos indicadores de qualidade assistencial. Segundo o médico, o setor registrou índice zero de infecção no último mês, resultado considerado altamente positivo diante do volume de cirurgias realizadas. Somando procedimentos de média e alta complexidade, a Santa Casa realizou aproximadamente 5 mil cirurgias ortopédicas em dois anos, incluindo cirurgias de mão, alongamentos ósseos, próteses e procedimentos especializados de alta complexidade.

Referência para os hospitais da região Sul capixaba, a Santa Casa realiza cerca de 400 cirurgias por mês e mantém disponibilidade de leitos, mesmo com o aumento expressivo da demanda. “Essa é a função do hospital: ser referência regional e fazer o que o Estado precisa. Hoje conseguimos atender pacientes que antes precisavam ser transferidos para a Capital”, ressaltou Guilherme.