Anvisa eleva índice de segurança do paciente na Santa Casa Cachoeiro

A Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim conquistou, pelo segundo ano consecutivo, a classificação de Alta Conformidade na Avaliação Nacional de Práticas de Segurança do Paciente, realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).  Além da manutenção do reconhecimento, a instituição apresentou avanço nos indicadores, elevando seu índice de conformidade de 67% para 71%. A avaliação nacional […]

A Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro de Itapemirim conquistou, pelo segundo ano consecutivo, a classificação de Alta Conformidade na Avaliação Nacional de Práticas de Segurança do Paciente, realizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

Além da manutenção do reconhecimento, a instituição apresentou avanço nos indicadores, elevando seu índice de conformidade de 67% para 71%.

A avaliação nacional mede práticas e protocolos adotados pelos serviços de saúde com foco na segurança do paciente, analisando ações que contribuem para a redução de riscos e para o fortalecimento da qualidade assistencial dentro das instituições. 

O resultado alcançado pela Santa Casa demonstra a evolução contínua dos processos internos e o compromisso com a excelência no atendimento.

De acordo com a coordenadora de Qualidade da Santa Casa, Aline Gomes Francischeto, o crescimento do índice reflete o trabalho integrado das equipes e o fortalecimento da cultura de segurança dentro da instituição. 

“Receber a classificação de alta conformidade pela avaliação da Anvisa representa um reconhecimento importante de que o hospital possui práticas estruturadas e efetivas voltadas à segurança do paciente”, destacou. 

A coordenadora explicou ainda que essa avaliação analisa indicadores relacionados à qualidade assistencial, protocolos de segurança, prevenção de riscos e organização dos processos de cuidado. 

“Essa classificação é importante porque demonstra compromisso institucional com a segurança e qualidade da assistência. Além disso, evidencia que os protocolos de segurança do paciente estão implantados e monitorados, contribui para a redução de eventos adversos, infecções e falhas assistenciais, o que reforça às práticas nacionais de segurança do paciente”.