Procedimentos ginecológicos sao realizados na Santa Casa durante mutirao

 

Com o objetivo de reduzir o tempo de espera por cirurgias, a Santa Casa de Misericórdia Cachoeiro, em parceria com o Governo do Estado, realizou um mutirão de cirurgias eletivas.

As consultas e procedimentos cirúrgicos aconteceram entre agosto e dezembro de 2018.

Ao todo, foram oferecidas no Estado 8.420 cirurgias de procedimentos ligados à saúde da mulher: reconstruções mamárias, procedimentos vasculares e ginecológicos.

Só na Santa Casa foram feitas 600 cirurgias entre vasculares e ginecológicas.

As cirurgias eletivas, também conhecidas como as que não são de urgência, representam uma grande parcela de procura nos hospitais, mas apesar de não serem urgentes, com o tempo tendem a dificultar a qualidade de vida dos pacientes.

Além da Santa Casa, outros 12 hospitais atenderam os pacientes do mutirão.

Fora o projeto de mutirão, a Santa Casa atendeu nos três últimos anos uma média de 6.000 mulheres para procedimentos ginecológicos diversos de urgência.

A proposta social da instituição é continuar participando de ações preventivas que tem como objetivo a qualidade de vida e saúde da população sul capixaba, principalmente das mulheres.

Para o superintendente da Santa Casa, Pe. Evaldo Ferreira, o mutirão visou acabar com a angústia das pessoas que aguardavam o procedimento na fila do SUS.

“Essa iniciativa visou acabar com a espera daqueles que mais precisavam. Esse é o nosso papel enquanto hospital filantrópico, que é melhorar a vida de quem não tem condição de pagar para realizar esses procedimentos”.

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Com o objetivo de reduzir o tempo de espera por cirurgias, a Santa Casa de Misericórdia Cachoeiro, em parceria com o Governo do Estado, realizou um mutirão de cirurgias eletivas.

As consultas e procedimentos cirúrgicos aconteceram entre agosto e dezembro de 2018.

Ao todo, foram oferecidas no Estado 8.420 cirurgias de procedimentos ligados à saúde da mulher: reconstruções mamárias, procedimentos vasculares e ginecológicos.

Só na Santa Casa foram feitas 600 cirurgias entre vasculares e ginecológicas.

As cirurgias eletivas, também conhecidas como as que não são de urgência, representam uma grande parcela de procura nos hospitais, mas apesar de não serem urgentes, com o tempo tendem a dificultar a qualidade de vida dos pacientes.

Além da Santa Casa, outros 12 hospitais atenderam os pacientes do mutirão.

Fora o projeto de mutirão, a Santa Casa atendeu nos três últimos anos uma média de 6.000 mulheres para procedimentos ginecológicos diversos de urgência.

A proposta social da instituição é continuar participando de ações preventivas que tem como objetivo a qualidade de vida e saúde da população sul capixaba, principalmente das mulheres.

Para o superintendente da Santa Casa, Pe. Evaldo Ferreira, o mutirão visou acabar com a angústia das pessoas que aguardavam o procedimento na fila do SUS.

“Essa iniciativa visou acabar com a espera daqueles que mais precisavam. Esse é o nosso papel enquanto hospital filantrópico, que é melhorar a vida de quem não tem condição de pagar para realizar esses procedimentos”.