Dia do Médico: história de pai e filho unidos para salvar vidas
admin
Eles lidam diariamente com a vida, dedicam a maior parte do tempo para os pacientes e, muitas vezes, até abrem mão de compromissos e convívio familiar para cuidar de quem precisa de atendimento. Assim é a rotina de muitos médicos que atuam na Santa Casa de Misericórdia Cachoeiro. E no Dia do Médico, comemorado nesta quinta-feira (18), o que não faltam são exemplos de profissionais que abraçaram a medicina, histórias em que a vocação acaba passando de pai para filho.
Casos como os dos médicos ortopedistas Eurípedes Fernandes de Melo e Alberto Soeiro, ambos integrantes do corpo clínico da instituição. Além de conviver a rotina dentro do hospital, eles carregam ainda o DNA familiar. É no Centro Cirúrgico que pai e filho muitas vezes se encontram, mas a conversa sobre a casa e os demais parentes fica de lado. O foco, nesta hora, é somente o trabalho para salvar vidas.
O pai tem uma experiência de quase 45 anos atuando na Santa Casa. O filho, que decidiu seguir seus passos, vem trilhando o mesmo caminho de dedicação, cuidado e respeito aos pacientes e colegas de trabalho. Além do parentesco, os dois têm em comum o fato de terem escolhido a medicina como profissão.
"Eu sempre quis ser médico, essa é minha vocação. Meu avô era músico. Sempre me incentivou a estudar e fazer medicina. Se eu pudesse voltar atrás, faria tudo de novo", disse Dr. Melo, como é carinhosamente conhecido no hospital.
O filho, Alberto, decidiu se especializar em ortopedia por influência do pai. "Eu sempre soube que queria fazer medicina, mas na faculdade não sabia muito bem qual residência fazer. Então, ver a dedicação do meu pai e toda a influência e prestígio que o trabalho dele possui, me fez escolher essa área", revelou.
Dr. Melo e Dr. Alberto são apenas alguns exemplos dos muitos outros médicos que trabalham com o mesmo carinho para minimizar o sofrimento da população. Na Santa Casa, são 130 profissionais no corpo clínico, homens e mulheres que dedicam seu dom e talento para os pacientes, independente de religião, cor, sexo ou condição social. A vocês, o nosso muito obrigado!
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"Eu sempre quis ser médico, essa é minha vocação. Meu avô era músico. Sempre me incentivou a estudar e fazer medicina. Se eu pudesse voltar atrás, faria tudo de novo", disse Dr. Melo, como é carinhosamente conhecido no hospital.
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Dr. Melo e Dr. Alberto são apenas alguns exemplos dos muitos outros médicos que trabalham com o mesmo carinho para minimizar o sofrimento da população. Na Santa Casa, são 130 profissionais no corpo clínico, homens e mulheres que dedicam seu dom e talento para os pacientes, independente de religião, cor, sexo ou condição social. A vocês, o nosso muito obrigado!
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