A depressão é uma característica de personalidade das pessoas que estão em tratamento de hemodiálise, pois ao descobrir a doença a pessoa se depara com uma nova realidade que inclui passar quatro horas por dia, três vezes por semana, ligado a uma máquina. Para combater os sintomas da depressão o Centro de Hemodiálise da Santa Casa Cachoeiro além de contar com suporte de profissional de psicologia em intervenções clínicas e no leito, agora os pacientes passam por atividades complementares de grupo, a novidade é mais um projeto que visa proporcionar qualidade de vida aos que fazem tratamento dialítico.
As dinâmicas são preparadas pelo psicólogo do setor, João Bosco e vem apresentando ótimos resultados, junto aos pacientes que antes não se reconheciam como pessoa ativa. O trabalho estimula o relacionamento interpessoal despertando os pacientes para o mundo externo, sendo executado de forma dinâmica, saindo das formalidades e trabalhando temas de interesse comum como o relacionamento familiar e a sexualidade.
As dinâmicas em grupo são realizadas nos intervalos das seções com duração de 20 minutos ficando livre a adesão dos pacientes.
“No começo poucos pacientes se mostravam interessados em participar, hoje tenho a adesão de um bom grupo, visto que eles estão reconhecendo a importância deste trabalho para ajudar a enfrentar o tratamento.” Disse o psicólogo do Setor João Bosco.
Cresce o número de problemas renais no sul do Estado
Nos últimos meses o Setor de Hemodiálise da Santa Casa registrou um aumento grande no número de pacientes que aguardam para entrar em terapia renal substitutiva. Atualmente a fila de espera pelo serviço é composta por aproximadamente 30 pessoas, o que significa que os problemas renais cresceram muito nos últimos meses em pessoas do sul do Estado.
“Hoje temos 30 máquinas em funcionamento, operando em três turnos e ainda oferecemos para pacientes com casos mais graves a diálise no setor de CTI, porém para atender a este grande crescimento precisaríamos ampliar nosso espaço físico, nunca aconteceu de termos que transferir pacientes para outros Serviços, atualmente esta hipótese já é uma realidade.” Argumenta a Enfermeira do Setor, Vera Brites.
Depois de Cachoeiro o hospital mais próximo que oferece o serviço de diálise está localizado em Guarapari.
Dados
Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia estima-se que em 2010, 92 mil pessoas passam por tratamento dialítico no Brasil, sendo que a maioria destes são de sexo masculino em faixa etária entre 19 a 64 anos. O crescimento de problemas renais é uma realidade mundial.
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As dinâmicas em grupo são realizadas nos intervalos das seções com duração de 20 minutos ficando livre a adesão dos pacientes.
“No começo poucos pacientes se mostravam interessados em participar, hoje tenho a adesão de um bom grupo, visto que eles estão reconhecendo a importância deste trabalho para ajudar a enfrentar o tratamento.” Disse o psicólogo do Setor João Bosco.
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Nos últimos meses o Setor de Hemodiálise da Santa Casa registrou um aumento grande no número de pacientes que aguardam para entrar em terapia renal substitutiva. Atualmente a fila de espera pelo serviço é composta por aproximadamente 30 pessoas, o que significa que os problemas renais cresceram muito nos últimos meses em pessoas do sul do Estado.
“Hoje temos 30 máquinas em funcionamento, operando em três turnos e ainda oferecemos para pacientes com casos mais graves a diálise no setor de CTI, porém para atender a este grande crescimento precisaríamos ampliar nosso espaço físico, nunca aconteceu de termos que transferir pacientes para outros Serviços, atualmente esta hipótese já é uma realidade.” Argumenta a Enfermeira do Setor, Vera Brites.
Depois de Cachoeiro o hospital mais próximo que oferece o serviço de diálise está localizado em Guarapari.
Dados
Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia estima-se que em 2010, 92 mil pessoas passam por tratamento dialítico no Brasil, sendo que a maioria destes são de sexo masculino em faixa etária entre 19 a 64 anos. O crescimento de problemas renais é uma realidade mundial.
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