Santa Casa Filial Castelo implanta projeto de acolhimento
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A Santa Casa Castelense iniciou no domingo, 01/12, Projeto de Acolhimento com Classificação de Risco, que utiliza como critério de atendimento dos pacientes a gravidade, e não mais a ordem de chegada no pronto socorro. A medida visa priorizar urgências e emergências, melhorar o fluxo e garantir atendimento rápido e efetivo.
O atendimento será divido por prioridades, em ordem de necessidade clínica, identificados por cores, sendo a preferência, para atendimento imediato os casos considerados Emergências. Em segundo lugar, as Urgências, com atendimento em até 30 minutos. Depois, os Encaminhamentos Rápidos, que são casos menos graves, onde o paciente pode ser atendido em até duas horas, seguido da Não Urgência, que são casos leves, onde dentro de quatro horas o paciente vai ser atendido no ambulatório.
“Este é o modelo proposto pelo Ministério da Saúde e tem por objetivo promover um atendimento mais qualificado, organizado e humanizado. Com a implantação desse novo sistema, vamos conseguir organizar e melhorar o atendimento dos pacientes. Isso também vai dar mais segurança à equipe na hora de fazer os procedimentos e assim o hospital garante que todos os pacientes sejam atendidos adequadamente”, informou a Enfermeira Silvana Cardozo Cansado, Coordenadora do Projeto de Acolhimento com Classificação de Risco da Santa Casa Castelense.
A orientação do hospital para a população é de que só procure o Pronto Socorro quando realmente for necessário. Casos de avaliação do resultado de exames, renovação de receitas, consultas ambulatoriais e atestados médicos podem ser resolvidos na Unidade de Saúde e Estratégias de Saúde da Família. A Santa Casa Castelense também garante que todos os pacientes receberão o atendimento necessário e que alguns casos que não representarem urgência poderão ser encaminhados para unidades básicas de saúde. E caso o paciente opte pelo atendimento no Pronto Socorro, ele receberá os cuidados de acordo com a cor em que se enquadrar.
Conheça abaixo detalhadamente como identificar a prioridade do atendimento do Pronto Socorro da Santa Casa Castelense:
EMERGÊNCIA (PRIORIDADE ZERO): Necessitam de atendimento rápido, pois correm risco imediato de morte. Exemplos: Parada cardiorrespiratória, obstrução de vias aéreas, dor torácica de forte intensidade, politraumatizado, desconforto respiratório grave, paciente em convulsão, hemorragia intensa incontrolável.
URGENCIA (PRIORIDADE 01): Necessitam de atendimento rápido, porém, não correm risco imediato de morte e possuem condições clínicas de aguardar. Ex: TCE sem perda da consciência, trauma moderado ou leve, queimaduras maiores, dispneia leve a moderada, vômitos persistentes, hemorragia menor incontrolável, dor abdominal intensa acompanhada de náuseas, vômitos, sudorese e alterações dos sinais vitais, crise asmática, diabéticos descompensados, desmaios, etc.
CASOS MENOS GRAVES (PRIORIDADE 02): Podem aguardar o atendimento ou serem encaminhados para outro serviço de saúde desde que esse esteja ciente da situação. Ex.: Dor abdominal difusa, cefaléia menor, doença psiquiátrica, diarreias, idosos e gestantes assintomáticas.
CASOS LEVES (PRIORIDADE 03): Não urgentes. É o caso de menos complexidade e sem problema recente. Devem ser acompanhados no consultório médico ambulatoriamente. Ex.: Febril, vômito, evento recente, troca de receita médica, solicitação de atestado médico, avaliação de resultado de exames.
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A Santa Casa Castelense iniciou no domingo, 01/12, Projeto de Acolhimento com Classificação de Risco, que utiliza como critério de atendimento dos pacientes a gravidade, e não mais a ordem de chegada no pronto socorro. A medida visa priorizar urgências e emergências, melhorar o fluxo e garantir atendimento rápido e efetivo.
O atendimento será divido por prioridades, em ordem de necessidade clínica, identificados por cores, sendo a preferência, para atendimento imediato os casos considerados Emergências. Em segundo lugar, as Urgências, com atendimento em até 30 minutos. Depois, os Encaminhamentos Rápidos, que são casos menos graves, onde o paciente pode ser atendido em até duas horas, seguido da Não Urgência, que são casos leves, onde dentro de quatro horas o paciente vai ser atendido no ambulatório.
“Este é o modelo proposto pelo Ministério da Saúde e tem por objetivo promover um atendimento mais qualificado, organizado e humanizado. Com a implantação desse novo sistema, vamos conseguir organizar e melhorar o atendimento dos pacientes. Isso também vai dar mais segurança à equipe na hora de fazer os procedimentos e assim o hospital garante que todos os pacientes sejam atendidos adequadamente”, informou a Enfermeira Silvana Cardozo Cansado, Coordenadora do Projeto de Acolhimento com Classificação de Risco da Santa Casa Castelense.
A orientação do hospital para a população é de que só procure o Pronto Socorro quando realmente for necessário. Casos de avaliação do resultado de exames, renovação de receitas, consultas ambulatoriais e atestados médicos podem ser resolvidos na Unidade de Saúde e Estratégias de Saúde da Família. A Santa Casa Castelense também garante que todos os pacientes receberão o atendimento necessário e que alguns casos que não representarem urgência poderão ser encaminhados para unidades básicas de saúde. E caso o paciente opte pelo atendimento no Pronto Socorro, ele receberá os cuidados de acordo com a cor em que se enquadrar.
Conheça abaixo detalhadamente como identificar a prioridade do atendimento do Pronto Socorro da Santa Casa Castelense:
EMERGÊNCIA (PRIORIDADE ZERO): Necessitam de atendimento rápido, pois correm risco imediato de morte. Exemplos: Parada cardiorrespiratória, obstrução de vias aéreas, dor torácica de forte intensidade, politraumatizado, desconforto respiratório grave, paciente em convulsão, hemorragia intensa incontrolável.
URGENCIA (PRIORIDADE 01): Necessitam de atendimento rápido, porém, não correm risco imediato de morte e possuem condições clínicas de aguardar. Ex: TCE sem perda da consciência, trauma moderado ou leve, queimaduras maiores, dispneia leve a moderada, vômitos persistentes, hemorragia menor incontrolável, dor abdominal intensa acompanhada de náuseas, vômitos, sudorese e alterações dos sinais vitais, crise asmática, diabéticos descompensados, desmaios, etc.
CASOS MENOS GRAVES (PRIORIDADE 02): Podem aguardar o atendimento ou serem encaminhados para outro serviço de saúde desde que esse esteja ciente da situação. Ex.: Dor abdominal difusa, cefaléia menor, doença psiquiátrica, diarreias, idosos e gestantes assintomáticas.
CASOS LEVES (PRIORIDADE 03): Não urgentes. É o caso de menos complexidade e sem problema recente. Devem ser acompanhados no consultório médico ambulatoriamente. Ex.: Febril, vômito, evento recente, troca de receita médica, solicitação de atestado médico, avaliação de resultado de exames.
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