Primeira captação de órgãos do ano na Santa Casa vai beneficiar cinco pessoas

A Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro realizou, na noite do último sábado (5), a primeira captação de múltiplos órgãos do ano. Cinco pessoas que estão na fila do transplante serão beneficiadas com esse gesto de solidariedade.

A vítima deu entrada no hospital e, embora tenha recebido toda a assistência médica, não resistiu. Ao todo, foram captados fígado, rins e córneas.

O fígado e as córneas serão destinados a pacientes que aguardam por um transplante no próprio estado. Já os rins foram levados para São Paulo.

A captação dos órgãos ocorre somente após a constatação de morte encefálica — ou seja, quando há completa e irreversível parada de todas as funções do cérebro. Esse diagnóstico é realizado por uma equipe profissional, por meio de exames de imagem, exames clínicos e laboratoriais.

A enfermeira da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes, Beatriz Colodetti, destaca a importância de a pessoa comunicar à família, em vida, o desejo de ser doadora.

“É a família que vai autorizar a doação. Por isso, é importante deixá-la avisada”, explicou

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A Santa Casa de Misericórdia de Cachoeiro realizou, na noite do último sábado (5), a primeira captação de múltiplos órgãos do ano. Cinco pessoas que estão na fila do transplante serão beneficiadas com esse gesto de solidariedade.

A vítima deu entrada no hospital e, embora tenha recebido toda a assistência médica, não resistiu. Ao todo, foram captados fígado, rins e córneas.

O fígado e as córneas serão destinados a pacientes que aguardam por um transplante no próprio estado. Já os rins foram levados para São Paulo.

A captação dos órgãos ocorre somente após a constatação de morte encefálica — ou seja, quando há completa e irreversível parada de todas as funções do cérebro. Esse diagnóstico é realizado por uma equipe profissional, por meio de exames de imagem, exames clínicos e laboratoriais.

A enfermeira da Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes, Beatriz Colodetti, destaca a importância de a pessoa comunicar à família, em vida, o desejo de ser doadora.

“É a família que vai autorizar a doação. Por isso, é importante deixá-la avisada”, explicou