Saiba quais alimentos são inimigos da saúde e podem causar doenças hepáticas
Por Cristiane Basílio de Paiva
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23 de outubro de 2019
As doenças hepáticas causam inflamação ou lesão ao fígado, afetando assim as suas inúmeras funções, como por exemplo, o auxílio na digestão de alimentos e produção de bili, que é uma substância que atua na digestão de gordura.
A bili possui também uma importante ação antitóxica contra substâncias que prejudicam ao organismo, como bebidas alcoólicas, café e gorduras.
As doenças hepáticas podem ser adquiridas por herança genética ou ocasionada por vários fatores, tais como vírus e o uso abusivo de álcool. A obesidade também pode estar associada a esses danos.
Essas doenças podem acometer a qualquer indivíduo, até mesmo as crianças.
Entre as mais frequentes estão às hepatites virais (A, B, C, D), esteatose hepática (infiltração gordurosa do fígado), doenças metabólicas (que causam modificações no funcionamento geral do organismo, como por exemplo, colesterol elevado, diabetes, etc..), doenças autoimunes (com mau funcionamento do sistema imunológico), entre outras.
A lesão no fígado pode trazer complicações como ascite (popularmente conhecido como barriga d’água), edemas (inchaço), perda de massa muscular, varizes esofagianas. Podendo também trazer prejuízo ao estado nutricional, ocasionado devido à má digestão e má absorção de nutrientes.
A alimentação é um dos fatores que contribui para melhora da qualidade de vida, evitando e/ou diminuindo a possibilidade de um quadro de desnutrição.
A necessidade de mudança nos hábitos alimentares é muito importante. Evite no cardápio principalmente gorduras saturadas, açúcares refinado e alimentos fritos, pois geram resíduos tóxicos.
Opte por fracionar as refeições em cinco ou seis vezes ao dia em pequeno volume, preferindo carnes magras, peixes e aves sem pele ou gorduras, carnes bovinas magras, queijos brancos como, por exemplo, frescal, ricota, cottage, leite e iogurte desnatados.
Prefira pão, biscoitos e cereais integrais. Consuma frutas, geleia de mocotó, óleos vegetais como de milho, soja, canola, girassol, azeite de oliva, feijão, utilizar sempre temperos naturais como alho, cebola, alho- poro, salsinha, cebolinha.
Para evitar essas doenças é importante retirar da alimentação bebidas alcoólicas, líquidos durante as refeições, feijoada, frituras, estrogonofe, massas com molhos cremosos ou queijos amarelos, mocotó e achocolatados.
Além disso, evite também embutidos como salame, salsicha, linguiça mortadela. Condimentos como ketchup, maionese, mostarda, pimenta, molhos concentrados (molho inglês, alho, soja) também devem ser evitados, assim como carnes salgadas e defumadas.
Portanto, a alimentação precisa ser feita de forma adequada sem deficiências em calorias e proteínas, impedindo assim uma piora no estado nutricional.
As doenças hepáticas causam inflamação ou lesão ao fígado, afetando assim as suas inúmeras funções, como por exemplo, o auxílio na digestão de alimentos e produção de bili, que é uma substância que atua na digestão de gordura.
A bili possui também uma importante ação antitóxica contra substâncias que prejudicam ao organismo, como bebidas alcoólicas, café e gorduras.
As doenças hepáticas podem ser adquiridas por herança genética ou ocasionada por vários fatores, tais como vírus e o uso abusivo de álcool. A obesidade também pode estar associada a esses danos.
Essas doenças podem acometer a qualquer indivíduo, até mesmo as crianças.
Entre as mais frequentes estão às hepatites virais (A, B, C, D), esteatose hepática (infiltração gordurosa do fígado), doenças metabólicas (que causam modificações no funcionamento geral do organismo, como por exemplo, colesterol elevado, diabetes, etc..), doenças autoimunes (com mau funcionamento do sistema imunológico), entre outras.
A lesão no fígado pode trazer complicações como ascite (popularmente conhecido como barriga d’água), edemas (inchaço), perda de massa muscular, varizes esofagianas. Podendo também trazer prejuízo ao estado nutricional, ocasionado devido à má digestão e má absorção de nutrientes.
A alimentação é um dos fatores que contribui para melhora da qualidade de vida, evitando e/ou diminuindo a possibilidade de um quadro de desnutrição.
A necessidade de mudança nos hábitos alimentares é muito importante. Evite no cardápio principalmente gorduras saturadas, açúcares refinado e alimentos fritos, pois geram resíduos tóxicos.
Opte por fracionar as refeições em cinco ou seis vezes ao dia em pequeno volume, preferindo carnes magras, peixes e aves sem pele ou gorduras, carnes bovinas magras, queijos brancos como, por exemplo, frescal, ricota, cottage, leite e iogurte desnatados.
Prefira pão, biscoitos e cereais integrais. Consuma frutas, geleia de mocotó, óleos vegetais como de milho, soja, canola, girassol, azeite de oliva, feijão, utilizar sempre temperos naturais como alho, cebola, alho- poro, salsinha, cebolinha.
Para evitar essas doenças é importante retirar da alimentação bebidas alcoólicas, líquidos durante as refeições, feijoada, frituras, estrogonofe, massas com molhos cremosos ou queijos amarelos, mocotó e achocolatados.
Além disso, evite também embutidos como salame, salsicha, linguiça mortadela. Condimentos como ketchup, maionese, mostarda, pimenta, molhos concentrados (molho inglês, alho, soja) também devem ser evitados, assim como carnes salgadas e defumadas.
Portanto, a alimentação precisa ser feita de forma adequada sem deficiências em calorias e proteínas, impedindo assim uma piora no estado nutricional.
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