Funcionárias da Santa Casa contam como mudaram a rotina da família após chegada da Covid
admin
O abraço nos pais ficou restrito com a chegada da Covid-19 para duas funcionárias da Santa Casa de Misericórdia Cachoeiro. Na linha de frente contra o novo coronavírus, a assistência social Valéria Borges e para a técnica em Radiologia Analu Cansi da Silva.
As duas vivem histórias parecidas dentro e fora do hospital. É o que elas contaram durante a série Heróis da Vida Real, produzida pela Assessoria de Comunicação da instituição em parceria com o Grupo de Humanização.
Valéria é responsável para dar todo suporte à família de pacientes internados no hospital, e apesar de estar tão presente na vida dos parentes de vítimas do novo coronavírus, ela teve que se afastar da própria família por questão de segurança.
"Eu tenho uma mãe de 83 anos de idade. Só tem eu e ela. Então meu medo triplicou. Minha preocupação com a segurança é muito maior", explicou.
A assistente social explicou que a rotina mudou. O contato é muito menor e, antes de chegar em casa, toma uma série de cuidados com roupas e calçados.
Apesar da alteração no dia a dia, Valéria não desiste de acreditar em dias melhores. E encontra na alegria de ver um paciente recuperado uma motivação para continuar em frente.
"Isso para mim é gratificante. Ver que o trabalho em equipe que foi cumprido. É como se fosse um familiar meu tivesse alta. É uma torcida de todos nós".
Dilema
A técnica em Radiologia Analu Cansi da Silva vive um dilema parecido. Os pais são idosos e ela mudou para outro andar da casa para garantir a segurança deles.
Logo que surgiram os primeiros casos, ela mudou completamente sua rotina e já se adaptou para a nova realidade que viria pela frente.
"Eu via eles de longe, não podia abraçar e evitava todo contato. Eles ficaram muito tristes porque eu levava para passear, almoçar, mas eles tiveram que entender que era necessário.
Valéria e Analu vivem realidades semelhantes. No hospital vestem a camisa da Santa Casa e são reconhecidas pelo trabalho que desenvolvem.
As duas representam tantos outros profissionais aqui da santa casa que se dedicam diariamente para cuidar de vidas. elas São exemplos de dedicação e amor ao próximo.
"Eu amo o que faço. E nós somos uma equipe. Saber que estou representando essa equipe nessa homenagem é uma alegria. Estamos trabalhando muito para vencer esse problema", disse Analu.
"Eu agradeço imensamente por acreditar no meu trabalho. Sou feliz aqui e enquanto tiverem precisando de mim e estou aqui", reforçou Valéria.
Acesse as redes sociais do hospital e confira o novo vídeo da série Heróis da Vida Real @santacasacachoeiro ou Facebook.com/santacasacahoeiro.
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As duas vivem histórias parecidas dentro e fora do hospital. É o que elas contaram durante a série Heróis da Vida Real, produzida pela Assessoria de Comunicação da instituição em parceria com o Grupo de Humanização.
Valéria é responsável para dar todo suporte à família de pacientes internados no hospital, e apesar de estar tão presente na vida dos parentes de vítimas do novo coronavírus, ela teve que se afastar da própria família por questão de segurança.
"Eu tenho uma mãe de 83 anos de idade. Só tem eu e ela. Então meu medo triplicou. Minha preocupação com a segurança é muito maior", explicou.
A assistente social explicou que a rotina mudou. O contato é muito menor e, antes de chegar em casa, toma uma série de cuidados com roupas e calçados.
Apesar da alteração no dia a dia, Valéria não desiste de acreditar em dias melhores. E encontra na alegria de ver um paciente recuperado uma motivação para continuar em frente.
"Isso para mim é gratificante. Ver que o trabalho em equipe que foi cumprido. É como se fosse um familiar meu tivesse alta. É uma torcida de todos nós".
Dilema
A técnica em Radiologia Analu Cansi da Silva vive um dilema parecido. Os pais são idosos e ela mudou para outro andar da casa para garantir a segurança deles.
Logo que surgiram os primeiros casos, ela mudou completamente sua rotina e já se adaptou para a nova realidade que viria pela frente.
"Eu via eles de longe, não podia abraçar e evitava todo contato. Eles ficaram muito tristes porque eu levava para passear, almoçar, mas eles tiveram que entender que era necessário.
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As duas representam tantos outros profissionais aqui da santa casa que se dedicam diariamente para cuidar de vidas. elas São exemplos de dedicação e amor ao próximo.
"Eu amo o que faço. E nós somos uma equipe. Saber que estou representando essa equipe nessa homenagem é uma alegria. Estamos trabalhando muito para vencer esse problema", disse Analu.
"Eu agradeço imensamente por acreditar no meu trabalho. Sou feliz aqui e enquanto tiverem precisando de mim e estou aqui", reforçou Valéria.
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